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contemporâneo

Essa modalidade une informações acadêmicas e as vivências cotidianas de cada artista democratizando a dança e falando sobre diversos assuntos de forma artística e sensível.

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A dança contemporânea é uma modalidade relativamente nova e surgiu unindo técnicas e experimentação. Ela usa de elementos de outras danças acadêmicas e populares, além de outras vertentes corporais como artes marciais e capoeira, por exemplo. Tudo pode ser material criativo para expressar ideias e conceitos na dança contemporânea.

No estudo dessa modalidade, os pilares são liberdade, inovação, a criatividade do bailarino e a conexão com o público e com temas sociais diversos trazendo à cena a valorização da liberdade corporal, da experimentação, da subjetividade e da presença no aqui e agora. Mais do que um estilo fixo, ela é uma forma de pensar o movimento: aberta, inclusiva e em constante transformação, acolhendo diferentes corpos, histórias e modos de se mover.

No Grupo Raça, desenvolvemos esse contato com a experimentação desde cedo, em turmas juvenis. Com uma metodologia ajustada à cada idade, trabalhamos além da técnica, a autonomia criativa e a ludicidade nos movimentos e direcionamentos interpretativos, fazendo com que cada aluno se sinta acolhido ao dançar como o seu próprio corpo é capaz de propor.

O contemporâneo no Raça tem sido lapidado lado a lado das outras modalidades de formação com o intuito de preparar artistas plurais e prontos para o mercado de trabalho, bailarinos aptos à criatividade e que de adaptam a diferentes métodos e estilos de movimentação. Nas nossas aulas de Dança Contemporânea, trabalhamos desde uma base sólida de movimentação, utilizando ferramentas como contrações, texturas, dinâmicas, a noção de eixo e o uso do centro (quadril) como base e sustentação para a movimentação e o contato com o solo. Dedicamos um foco especial aos fundamentos da técnica de chão, abordando desde os conceitos básicos do corpo pesado e solto no chão, passando pelo uso de alavancas de sustentação, até o domínio das quedas e recuperações no solo.

Por fim, exploramos técnicas de improvisação e criação, fundamentais para formar profissionais que não sejam apenas bons reprodutores de movimentos, mas também intérpretes-criadores, capazes de construir e expressar sua própria linguagem artística.

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